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 03/02/2012
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Resumo de noticias selecionadas entre os principais jornais diários e revistas semanais, além
de informações e análises direto do ISA
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Hoje:
Amazônia, Biodiversidade, Brasiguaios, Petróleo, UCs
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Amazônia


Amazônia perdeu 207 km² de floresta no último bimestre de 2011
A floresta amazônica perdeu 207,59 km² de cobertura vegetal em novembro e dezembro de 2011, de acordo com novos dados divulgados pelo Inpe. O Pará foi recordista no desmatamento, com 58,56 km², seguido pelo Mato Grosso, com 53,81 km². Os números são do Deter e representam um salto de 54% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar disso, o Inpe diz que essa comparação não é correta. Segundo o instituto, a grande quantidade de nuvens fez com que 44% das observações da Amazônia pelo Deter fossem inviabilizadas -
FSP, 3/2, Ciência, p.C13.
Sistema de detecção aponta 208 km² de alerta de desmate
Nos dois últimos meses do ano passado, foram identificados cerca de 208 km² de desmatamento e degradação, segundo o sistema Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe. O Estado recordista em novembro foi o Pará, com 43 km² de alertas de desmatamento. Em dezembro, Roraima ocupou a dianteira, com 24 km². Em outubro, o Deter apontou 386 km² de alertas de desmatamento -
OESP, 3/2, Vida, p.A16.
Petróleo


Petrobras encerra coleta de óleo do pré-sal
A Petrobras informou ontem que concluiu o trabalho de coleta do óleo derramado no último dia 31 por causa do rompimento de um duto do navio-sonda que realizava um Teste de Longa Duração (TLD) em um poço no campo Carioca Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos. A companhia estimou que foram derramados cerca de 160 barris, ou 25 mil litros, de óleo e que só vai retomar a produção na plataforma após identificar as causas do vazamento -
O Globo, 3/2, Economia, p.29.
Mancha de óleo está reduzida, diz Marinha
A Marinha informou ontem que a mancha formada pelo petróleo que há três dias vazou de um navio-plataforma na Bacia de Santos, no litoral de São Paulo, está "bastante reduzida" em relações às dimensões de quarta-feira, de 70 km2. O óleo está se deslocando devido aos fortes ventos e ondas altas -
OESP, 3/2, Vida, p.A14; O Globo, 3/2, Economia, p.29.
Biodiversidade


Levantamento aponta 183 aves na Caatinga
Um total de 185 espécies de aves pertencentes a 47 famílias foram registradas durante pesquisa realizada na Floresta Nacional Contendas do Sincorá, unidade de conservação localizada na porção centro-sul da Chapada Diamantina, na Bahia. O objetivo principal da pesquisa, coordenada por técnicos do ICMBio, foi contribuir com o conhecimento das aves do bioma Caatinga -
OESP, 3/2, Vida, p.A16.
Afinal a biodiversidade sobe ao primeiro plano
"É muito importante e bem-vinda para o Brasil a notícia de que Bráulio de Souza Dias, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, está ascendendo ao cargo de secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica. Competente e experimentado na área, Bráulio concorreu com outros 66 indicados para o cargo. Sua principal tarefa - dificílima - será levar à prática o protocolo assinado em Nagoya em 2010 que pede a ampliação, para 17% da superfície planetária, das áreas de conservação da biodiversidade em terra e para 10% das de ecossistemas marinhos e costeiros, incluídos os mangues. O protocolo, ao qual já aderiram 70 países, precisa ser ratificado por pelo menos 50 - mas somente seis já o fizeram", artigo de Washington Novaes -
OESP, 3/2, Espaço Aberto, p.A2.
Brasiguaios


'Brasiguaios' temem massacre na fronteira
Pelo menos 7 mil "carperos" (sem-terra paraguaios) concentram-se em Santa Rosa del Monday, região do Alto Paraná, no Paraguai, fronteira com o Brasil, a 57 quilômetros de Foz do Iguaçu (PR). Armados, eles querem expulsar os "brasiguaios", como são chamados os agricultores brasileiros que migraram para a região nos últimos 40 anos, sob a alegação de que as terras foram griladas e devem ser retomadas para a reforma agrária. De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Ponta Porã, Jean Pierre Paes Martins, a iminência de um conflito gera um clima de tensão em toda a zona de fronteira. "Produtores brasileiros de soja e de gado no lado paraguaio estão preocupados. A insegurança é total", disse -
OESP, 3/2, Nacional, p.A9.
Leila Maria Monteiro da Silva
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Fontes:
Correio Braziliense | O Estado de
S. Paulo | Folha de S. Paulo | O
Globo Isto É | Veja |Notícias Socioambientais/ISA
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